Orgone & Neurons

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A psicoterapia ou terapia tem o objetivo de tratar problemas psicológicos, como ansiedade, depressão, dificuldade de relacionamento, problemas familiares e de casal, entre outros. O terapeuta auxilia seu cliente a compreender as causas de seus conflitos e angústias, encontrando recursos psíquicos para lidar com seus problemas.

É um processo que foca nas questões emocionais do cliente, levando-o a aprender a lidar com as circunstâncias a que está submetido em sua vida, de modo mais criativo e construtivo. Para isso, o terapeuta aplica procedimentos cientificamente validados e apoiados em algumas abordagens.

Na Orgone Psicologia Clínica, os terapeutas fazem uso da Psicologia do Corpo, Terapia Familiar Sistêmica, Terapia Cognitivo-Comportamental e Gestalterapia, abordagens eficazes que permitem dar respostas à maioria das questões da saúde mental.

A psicoterapia é oferecida ao público infantil, adolescente, adulto e de terceira idade. Pode ser aplicada individualmente, em terapia de casal e família. Enfim, a psicoterapia é indicada à todas as pessoas, de ambos os sexos, de todas as idades, que desejam o autoconhecimento para solucionar conflitos, melhorar as relações pessoais, familiares e profissionais, desenvolvendo melhor autoestima e qualidade de vida.

Na abordagem sistêmica, que atende família e casal, tem-se a visão de que quando um elemento da família apresenta um problema, este pode estar relacionado com todos os outros membros do sistema familiar, isto é, o problema pode ter origem no padrão funcional das relações familiares e afetar todo o grupo familiar. 

Assim, a terapia familiar trata toda a família e seus vínculos, não somente aquele que, isoladamente, apresenta o conflito. Geralmente a família procura terapia quando está passando por um problema que não consegue resolver sozinha. Pode ser pelo fato de um dos membros apresentar um transtorno psíquico, a presença de álcool ou drogas, a iminência de uma separação, perdas, etc.

Assim, a terapia é indicada sempre que conflitos na relação estejam prejudicando a harmonia familiar, podendo, inclusive, provocar sintomas em um ou mais membros da família. Quando a família participa junto da terapia, haverá um somatório de forças em direção à resolução dos conflitos.

A terapia de casal é focada na relação de casal, sejam marido e mulher, namorados e casal homoafetivo. Nela o terapeuta faz o papel de mediador, utilizando intervenções e procedimentos que envolvem diretamente a relação do casal.

A terapia de casal visa promover a qualidade relacional, melhorando a comunicação e o vínculo conjugal, instrumentando ambos a lidarem melhor com os conflitos que surgem das demandas da vida a dois, tais como rotina, interesses, divisão de papéis, intimidade, cumplicidade, sexualidade, filhos, família, entre outros.

O terapeuta facilita o diálogo do casal por meio de perguntas, sugestões e tarefas que podem levar à diminuição dos conflitos, capacitando o casal a enfrentar seus problemas e encontrar soluções mais construtivas.

EMDR é um método psicoterapêutico criado por Francine Shapiro, psicóloga americana, que permite a dessensibilização e o reprocessamento de experiências por meio da estimulação dos dois hemisférios do cérebro. É um novo e eficaz método que auxilia a resolver, de forma rápida e duradoura, vários tipos de problemas psicológicos e emocionais, especialmente os ligados a traumas.

Este tipo de terapia utiliza a estimulação sensorial (auditiva, ocular e/ou tátil) para ativar mecanismos de cura. A terapia estimula o autoconhecimento, mudança do estilo de vida, além de auxiliar na superação de traumas.

A terapia em EMDR é indicada para casos de pânicos em geral, ansiedades e fobias, além de melhorar distúrbios do sono em geral, pois a técnica trata as lembranças ruins que impedem o sono reparador.

Trata-se de uma metodologia de psicoterapia que tem se destacado por apresentar resultados eficazes em tempo mais curto que o habitual. Busca, através dos movimentos bilaterais alternados, ativar o sistema de processamento de informação cerebral, permitindo que uma memória traumática possa ser acessada, elaborada, ressignificada e deixada no passado.

A terapia em EMDR é especialmente empregada no tratamento de transtorno de estresse pós-traumático, quadros de ansiedade, depressão, fobias, síndrome do pânico, instalação de recursos positivos e outros.

Processo de massagem reichiana, oriental e biodinâmica, buscando o relaxamento por meio do destensionamento muscular, articular e visceral, visando melhor integração psicoemocional.

Trata-se de uma forma de massagem diferenciada por utilizar-se de técnicas inovadoras, que buscam o equilíbrio energético, metabólico e psíquico.

Indicada à pessoas de ambos os sexos e de todas as idades que apresentem sintomas físicos, como: dores musculares, fibromialgia, insônia, lesões por esforço repetitivo (LER), fadiga, dores crônicas, dentre outros. 

O massoterapeuta faz uso de um conjunto de técnicas de massagens orientais e ocidentais que tem como objetivo proporcionar o bem-estar, saúde e qualidade de vida para o indivíduo, através de manobras terapêuticas como deslizamento, amassamento, fricção e vibração. 

Assim sendo, os benefícios da massoterapia vão muito além do relaxamento. Ela pode ser usada como um complemento aos tratamentos convencionais, pois atua na causa e não em sintomas de uma pessoa. 

A massoterapia promove a sensação de bem-estar; ajuda no controle dos sintomas de estresse; alivia tensões e ajuda no combate da ansiedade; traz alívio de dores musculares; estimula a circulação sanguínea; elimina resíduos metabólicos do corpo e fortalece o sistema imunológico, além de proporcionar melhor equilíbrio emocional.

Técnica oriental que busca equilibrar o organismo através da inserção de agulhas, sementes na orelha (acupuntura auricular), moxa e ventosa. 

Restaura o bom funcionamento energético, de forma natural, sem o uso de produtos químicos e biológicos, reequilibrando a eletricidade corporal, a qual é responsável pelo bom funcionamento de todos os órgãos e tecidos. 

É indicada para insônia, depressão, ansiedade, stress, pânico, obesidade, tabagismo, irritabilidade, distúrbios menstruais e intestinais. Resfriado, gripe, asma, sinusite, rinite, bronquite. Dor de cabeça, no estômago, abdominal, gastrite, cólicas, tendinite, torcicolo, hérnia de disco, dores “nas costas” e em geral (lombar, cervical, punho, cotovelo, ombro, joelho, tornozelo, etc.)

Usualmente é feita 1 (uma) sessão por semana, porém, em casos agudos, sessões diárias se fazem necessárias.

A duração do tratamento depende do tempo da doença: quanto mais recente, mais rápido o resultado.

A avaliação psicológica de crianças é uma demanda frequente na clínica da psicologia infantil, seja por questões de caráter emocional ou educacional. A avaliação infantil pode ter um caráter preventivo importante, uma vez que possibilita a identificação precoce de condições que podem trazer consequências para o desenvolvimento ao longo da vida.

Para Cunha (2000) o “psicodiagnóstico é uma avaliação psicológica feita com propósitos clínicos (…) que visa identificar as forças e fraquezas no funcionamento psicológico, com o foco na existência ou não de psicopatologia”. É definido como um processo científico de tempo limitado que tem como objetivo identificar forças e fraquezas do funcionamento psicológico do sujeito, com enfoque nos aspectos psicopatológicos.

Há, portanto, algumas etapas básicas deste processo, sendo elas: o enquadre, em que são realizados os acordos com paciente como os valores, os prazos, objetivos, entre outros; a anamnese; aplicação da bateria de testes; correção e análise de dados; devolutiva, que deve ser dada a quem de direito e respeitando o sigilo profissional.

Assim, a avaliação psicodiagnóstica infantil tem como objetivo a compreensão do momento evolutivo da criança nas diferentes áreas do desenvolvimento, especificando aspectos significativos e suas interrelações com o ambiente sócio-familiar em que vive.

A avaliação neuropsiquiátrica é realizada por um médico especialista em psiquiatria e/ou neurologia, com objetivos de elaboração diagnóstica e de planejamento terapêutico. O médico colhe a história clínica do paciente e realiza o exame de seu estado mental, que pode ser complementado com exame físico e neurológico, quando necessários.

Para auxiliar sua avaliação, o médico pode solicitar testes psicológicos, neuropsicológicos, laboratoriais e exames de imagem, como a ressonância magnética. Os procedimentos diagnósticos são norteados a partir de critérios da Organização Mundial de Saúde (CID-10) e da American Psychiatric Association (DSM-V).

O tratamento psiquiátrico pode incluir medicamentos e psicoterapia, assim como orientações e psicoeducação sobre os transtornos mentais e tratamentos. Os resultados de uma avaliação neuropsiquiátrica podem ser preventivos, diagnósticos, terapêuticos e reabilitadores das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de origem orgânica ou funcionais, tais como as doenças mentais: depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, transtornos de ansiedade, quadros demenciais, etc. 

A avaliação completa do paciente se dá a partir de diferentes perspectivas: biológica, psicológica, cultural, entre outras. As doenças mentais ou problemas psíquicos podem ser tratados por meio de medicamentos ou terapêuticas diversas, como a psicoterapia.

Avaliação de adultos por meio de entrevistas, exames, testes e observações, a fim de compreender profundamente a totalidade da personalidade do cliente e encaminhá-lo ao tratamento mais adequado.  

O psicodiagnóstico é um estudo profundo da personalidade, que pode orientar o processo psicoterápico. O método de investigação da avaliação psicodiagnóstica envolve entrevistas e observações clínicas, testes psicológicos, técnicas projetivas e outros procedimentos de investigação clínica, como jogos, desenhos, contar estórias, brincar, etc.

Os testes são selecionados e realizados em função do motivo da solicitação e de entrevista com o paciente e/ou familiar. Os testes visam avaliar transtornos de personalidade, psicopatologias diversas, comportamentos e indicar o tipo de tratamento em que o paciente pode se beneficiar.

Assim, na avaliação psicodiagnóstica a escolha da bateria de testes e métodos avaliativos devem atender às necessidades especificas de cada caso, considerando a idade, o sexo, escolaridade e, especialmente, o objetivo do que se quer avaliar, afim de indicar corretamente medidas terapêuticas eficazes.

A avaliação psicológica pericial ou perícia psicológica forense difere de outros tipos de avaliação psicológica, em função do seu objetivo final que é oferecer subsídios a decisões legais, quando estas dependem de um entendimento acerca do funcionamento psicológico do(s) envolvidos(s).

Assim, a perícia psicológica pode ser solicitada pelas varas de Direito de Família, Direito Civil, Direito Penal, Direito de Trabalho, e também pelo Juizado da Infância e Juventude.

Os instrumentos utilizados nas perícias psicológicas decorrem da leitura dos autos do processo; do levantamento das hipóteses prévias que nortearão a coleta dos dados; da própria coleta dos dados junto ao sujeito e, quando necessário, junto a terceiros ou a instituições; do cuidadoso planejamento e aplicação da bateria de testes/técnicas mais adequadas para o caso; da interpretação dos resultados dos testes à luz dos dados colhidos nos autos processuais e nas entrevistas; e, por último, a redação do informe psicológico, com o objetivo de responder à demanda jurídica que motivou tal avaliação.

Orientação vocacional profissional com foco em tomada de decisão, um processo diferenciado de orientação aos alunos que estão próximos ou no momento de realizar a sua escolha profissional. O trabalho é baseado nas mais modernas técnicas utilizadas no meio corporativo que analisam o perfil comportamental do indivíduo através de um instrumento de uso mundial para tal, que confere uma fidedignidade aos resultados de 97,7 % e, além deste instrumento, outros testes e atividades são desenvolvidos e ao final temos através do sistema de canvas (Business modelo of generation) os resultados que circundarão todas as áreas de decisão do indivíduo: habilidades singulares e especiais + perfil comportamental para o exercício da profissão e atuação + mercado de trabalho = prática do processo de tomada de decisão embasado nas teorias da Personalidade e na Neurociência.

Auxilia no autoconhecimento em relação à escolha profissional facilitando o processo de decisão, levando em conta mercado de trabalho, aptidões, gostos e preferências. Dirigido a adolescentes em fase de escolha de profissão, bem como adultos que desejam rever rumos profissionais.

Para aqueles que estão na fase do vestibular, é um período de pressão, desgaste físico e mental, além da cobrança interna e externa, o que pode levar a sintomas de stress, dificuldade de concentração e organização dos estudos, além de sintomas físicos como depressão, dores musculares, etc.  

O coaching indicado para vestibulandos tem por finalidade: orientar, auxiliar e estimular o vestibulando a um modo eficaz de se preparar para o exame, trabalhando pontos fracos e fortes como desenvolvimento de disciplina, organização, foco e produtividade / técnicas de aprendizagem contínua / definição de metas tangíveis antes e durante a prova / desenvolvimento de metodologias de estudo próprias para cada matéria / eliminação de crenças limitantes e comportamentos sabotadores / desenvolvimento de automotivação, autoestima e autodesenvolvimento constante / aperfeiçoamento de habilidades relacionadas a inteligência emocional.

Acompanhamento especializado para aqueles que estão no processo de mudança ou redirecionamento em suas carreiras, por meio de metas e estratégias, auxiliando no desenvolvimento de habilidades para atingir o resultado pretendido.

O processo de coaching de carreira ajuda o profissional em uma fase de transição no trabalho, auxiliando-o a enxergar com clareza o que deseja em sua carreira, bem como levando-o a criar e desenvolver estratégias para atingir suas metas.

Assim sendo, é indicado para pessoas que desejam definir ou redirecionar sua carreira, conquistando o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, de acordo com suas prioridades.

O coach de carreira trabalha tanto com pessoas físicas, quanto com empresas. Outro ponto positivo de um processo de coaching de carreira é auxiliar o profissional a perceber seus pontos fortes, por meio do autoconhecimento de suas competências, rompendo barreiras limitantes que o impedem de crescer e ter satisfação na carreira e na vida pessoal.

Uma forma ampla e direta de supervisionar e orientar profissionais da psicologia, auxiliando-os nos processos de psicodiagnóstico e tratamento, por meio de técnicas eficazes.

Indicado também para aqueles profissionais que no início da carreira buscam orientações para projetos de implantação de consultório/clínica.

O Coaching se diferencia dos atendimentos psicológicos (psicoterapia, neuropsicologia, orientação vocacional/ profissional). O primeiro passo para este trabalho é a análise de perfil comportamental através do preenchimento de algumas questões enviadas online onde através da análise dos dados é realizada a avaliação. Posterior a esse processo, o Coach fará a entrevista devolutiva onde ele irá delinear quais as habilidades e dificuldades do Coachee. Este passo pode ser o início de um trabalho de Coaching ou pode ser a avaliação que pontua uma mudança no olhar o indivíduo.

Devido à polêmica sobre o Coaching, temos a opção de usar o termo orientação e consultoria ou ainda consultor de carreira ou algo assim: Mas a seguir a definição que usava de Coaching no mktg da Por meio de uma metodologia com ferramentas e técnicas apropriadas, sessões individuais com duração de aproximadamente 1h30, um processo de Coaching acontece entre 7 a 10 encontros, onde os principais elementos são: autoconhecimento, foco, sentimento, resultados imediatos, ação, evolução contínua. O desenvolvimento de competências e da capacidade de ação com o olhar voltado aos ganhos individuais, sociais (trabalho em equipe), profissionais e empresariais. A ressignificação é o resultado esperado e almejado.

A avaliação neuropsicológica é como o trabalho de um investigador.
É trazida uma queixa que pode vir da família, da escola, do trabalho, do médico, da própria pessoa ou em casos também de lesões crânio encefálicas pós acidentes, doenças vasculares como acidente vascular cerebral – AVC (derrame), transtornos psiquiátricos, Burnout, entre outros que podem afetar as habilidades cognitivas do indivíduo.
A realidade é que o caso que precisa ser solucionado: O que pode estar causando as dificuldades X ou Y que venho percebendo ou as pessoas em redor vem percebendo? Definida a pergunta, indispensável iniciar a coleta de dados para encontrar a resposta. Há táticas diversas para obter esses dados. Observação, entrevistas (com vários informantes que convivem com o indivíduo que está buscando a avaliação), tarefas, escalas e testes. Depois de utilizar seus instrumentos investigativos, a reunião e análise destes dados obtidos e evidências é possível levantar boas hipóteses, testá-las e diminuir o leque de possibilidades até que se chegue à conclusão mais plausível, conclusão esta, baseada em conhecimentos científicos sobre padrões cognitivos e comportamentais. Uma entrevista devolutiva com a explanação do processo e dos resultados é realizada onde também há a elaboração de um relatório de avaliação neuropsicológica, documento que vai acompanhar o cliente e ser entregue ao solicitante.